No centro de uma metrópole movimentada, um excelente detetor de…

No centro de uma metrópole movimentada, desenrolou-se uma excelente descoberta entre uma senhora e um veado selvagem, uma crónica que ilustra de forma fantástica as ligações surpreendentes que podem, por acaso, surgir entre humanos e animais.

Liz Mitten Ryan, escritora e comunicadora animal, tornou-se a principal responsável por esta história sem precedentes.

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A viver numa propriedade de 320 acres na Colúmbia Britânica, a que chama “Gateway 2 Ranch”, Liz dedicou a sua vida a cuidar de animais.

Este santuário, partilhado com o seu marido e uma série de animais, é um local onde a natureza, a flora e a fauna coexistem em coesão.

Um dia, quando Liz andava a passear pelo terreno, viu algo de anormal.

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Um veado selvagem, a que mais tarde deu o nome de “Ella”, ficou por perto.

Este não era um olhar comum, uma vez que os veados selvagens, na maioria dos casos, mantêm distância dos humanos.

No entanto, Ella tornou-se variada. Parecia estar à procura da consideração de Liz, demonstrando uma fase de confiança que se tornou simultaneamente invulgar e reconfortante.

Quando Liz se aproximou, apercebeu-se de que Ella estava em perigo.

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O veado deitou-se, um sinal transparente de que queria ajuda. Liz, acreditando na gravidade da exclamação, sabia que precisava de agir.

Contactou uma organização local de resgate de flora e fauna para obter orientação.

Sugeriram-lhe que se prevenisse caso Ella ficasse ferida ou com problemas de saúde.

A experiência de Liz com animais permitiu-lhe ter uma ideia meticulosa de Ella sem causar stress adicional.

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Milagrosamente, ela não sofreu nenhum ferimento.

Parece que Ella ficou apenas exausta, por ter sido perseguida por um predador ou por se ter perdido da sua manada.

Liz determinou que, essencialmente, a direção de movimento mais produtiva era deixar Ella relaxar e recuperar em paz.

Na manhã seguinte, Liz voltou para revisar Ella.

Para seu deleite, o veado ficou de pé, tendo um vislumbre fenomenal de consumo extra.

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Liz sabia que isto era um sinal de fuga. Ella, no entanto, ainda não estava pronta para fugir à moral.

Ela ficou perto de Liz, seguindo-a como uma cúmplice correcta.

Estes hábitos anómalos mantiveram-se durante alguns dias, sem que Ella mostrasse qualquer desejo de chegar a servir a natureza.

Durante todo esse tempo, Liz e Ella formaram um vínculo variado.

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Liz partilhou: “Ela juntava-me à volta da propriedade, ficando ao meu lado enquanto eu fazia as minhas tarefas.”

Esta relação sem precedentes tornou-se um testemunho da confiança e crença que se tinha desenvolvido entre elas.

Por fim, chegou a altura de Ella ir para o seu habitat puro.

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Liz observou enquanto o veado caminhava confiante para a região árida, um momento agridoce para ambos.

Liz espelhou-se no passeio, anunciando:

“Tornou-se uma honra ajudá-la e uma bênção ser confiada por este tipo de criatura selvagem inconcebível.”

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Esta crónica comovente de Liz e Ella serve para recordar as ligações profundas que podem, por acaso, existir entre os humanos e a flora e a fauna.

Apresenta que, tipicamente, até a mais selvagem das criaturas pode procurar consolo e refúgio na nossa presença, fazendo a ponte entre dois mundos muito variados

Veja o amor de Marlis por Eva no vídeo abaixo.

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