O milagre do nascimento é um espetáculo que não cessa de forma alguma…

O milagre do nascimento é um espetáculo que não deixa de surpreender, sobretudo quando se trata de uma rara descoberta do mundo secreto das plantas e da fauna.

Imagine-se o susto e a maravilha de assistir a uma tal partida nas profundezas gigantescas e misteriosas do oceano.

Foi precisamente aqui que se deu o dilema de um par de mergulhadores, que tiveram um segundo único na vida no meio da extensão azul.

Meagan Abele – YouTube

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Veja o segundo de espanto quando se apercebeu pela primeira vez dos papéis reprodutivos irregulares dos cavalos-marinhos.

Neste fascinante mundo subaquático, são os cavalos-marinhos machos que detêm a gravidez.

Sim, numa poderosa reviravolta da natureza, os cavalos-marinhos machos são aqueles que criam e alimentam as suas crias.

Embora já seja surrealista vê-los grávidos, observar a direção exacta do parto é um fenómeno completamente diferente e inédito.

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Esta partida rara e encantadora foi testemunhada por Clayton Manning e Meagan Abele, dois investigadores do cruzeiro de Original South Wales, Austrália.

Fazem parte de uma verdadeira comunidade de conservação marinha, basicamente baseada na Universidade de British Columbia.

Seu tropeço com o cavalo-marinho em gestação costumava ser agora não correto um golpe de sucesso, mas um segundo bem conhecido de sua pesquisa galopante.

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Manning e Abele estavam a fazer uma exploração do fundo do mar, para descobrir a vida marinha local, quando encontraram um cavalo-marinho macho.

Descreveram-no como “muito, muito grávido”, uma perceção que tem tanto de animada como de rara.

O cavalo-marinho, lutando contra as correntes oceânicas, agarrou-se firmemente às ervas marinhas com a sua ligeira cauda.

Algo inédito estava prestes a acontecer, como indica uma cauda minúscula que espreita da bolsa de criação do cavalo-marinho.

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Os investigadores estavam a tirar meticulosamente as medidas do cavalo-marinho quando, de imediato, um cavalo-marinho bebé se projectou para fora da bolsa.

Este segundo marcou a inspiração de uma vida totalmente original.

Manning e Abele permaneceram distantes, cativados enquanto observavam o cavalo-marinho a prosseguir a sua direção de nascimento.

Para eles, empenhados numa missão de conservação dos cavalos-marinhos, isto era agora não só uma capacidade surrealista mas também um farol de esperança.

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A espécie que estavam a observar, identificada como Hippocampus whitei ou cavalo marinho de Sydney, é uma criatura animada.

O seu título, derivado do grego, significa “monstro marinho adorador de cavalos”

Os cavalos-marinhos fascinaram durante muito tempo os humanos com as suas cabeças de cavalo e a capacidade de nadar de forma fiável.

Apesar do nosso conceito da sua biologia tradicional, os cavalos-marinhos permanecem envoltos em mistério, com muito por descobrir sobre os seus comportamentos e ciclos de vida.

Um dos aspectos mais poderosos da biologia dos cavalos-marinhos é a sua técnica irregular de reprodução.

Os cavalos-marinhos estão entre as espécies animais mais fáceis de estabelecer, sendo que o macho carrega a gravidez.

O cavalo-marinho fêmea deposita os seus ovos na bolsa de criação do macho utilizando um tubo correto verdadeiramente honesto conhecido como ovipositor.

O macho fertiliza os ovos internamente e transporta-os até ao momento da eclosão.

Este processo pode durar de duas a quatro semanas, consoante a espécie.

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A bolsa de criação do cavalo-marinho macho é um órgão elaborado que fornece oxigénio, alimento e proteção aos embriões em formação.

Durante o período de gestação, o macho regula o ambiente da bolsa para criar condições óptimas, ajustando a salinidade, a temperatura e diversos factores.

Quando as crias estão completamente desenvolvidas, o macho sofre contracções musculares para as expelir para a água, um processo que será muito provavelmente fascinante e trabalhoso para o papá.

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O futuro dos cavalos-marinhos está, no entanto, numa balança equilibrada.

As suas necessidades de habitat correctas e verdadeiramente honestas fazem com que estejam particularmente expostos a alterações ambientais.

Os cavalos-marinhos habitam, de facto, zonas de ervas marinhas, mangais ou recifes de coral, que lhes oferecem locais gigantescos para se fixarem com as suas caudas preênseis e se protegerem dos predadores.

São necessários esforços de conservação para preservar estes habitats e, por extensão, os próprios cavalos-marinhos.

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Felizmente, há um raio de esperança, especialmente em locais como a Austrália, onde os esforços concertados de conservação estão a fazer a diferença.

A Universidade de British Columbia estuda que as populações locais de cavalos-marinhos estão a mostrar sinais de restauração e crescimento, devido a essas iniciativas.

Testemunhar o nascimento de um cavalo-marinho na natureza não é agora um segundo raro e inacreditável; é uma recordação pungente da beleza e fragilidade da vida marinha.

E também é provável que você talvez tenha mais habilidades, uma parte dessa maravilha, pesquisando no vídeo abaixo!

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